Zonas costeiras, sistemas fluviais e florestas tropicais estão ameaçados. A desflorestação, a erosão e a poluição degradam ecossistemas de que dependem comunidades e vida selvagem.
A AIDC está empenhada na restauração de ecossistemas tropicais e subtropicais degradados, reconhecendo o seu papel fundamental na conservação da biodiversidade, no sequestro de carbono e na estabilidade dos solos.
Os nossos esforços de restauração concentram-se no restabelecimento da vegetação nativa, incluindo pastagens e sistemas florestais, recorrendo a métodos ecologicamente correctos. Damos prioridade à regeneração natural sempre que possível, complementada por uma plantação orientada, de modo a acelerar a recuperação e a garantir resultados de biodiversidade.
Estas intervenções ajudam a combater a degradação dos solos, a melhorar a estrutura do solo e a restaurar os serviços ecossistémicos essenciais tanto para a natureza como para as pessoas. As paisagens restauradas são mais resistentes aos extremos climáticos e proporcionam benefícios a longo prazo, tais como a melhoria dos ciclos hídricos, o aumento da biodiversidade e o reforço do armazenamento de carbono.
A AIDC trabalha em colaboração com as comunidades locais, os proprietários de terras e as partes interessadas, de modo a garantir que os esforços de restauração são sustentáveis e geram valor partilhado.
Estabilização Costeira e Ribeirinha
Plantamos mangais e espécies costeiras nativas para proteger margens em erosão. Estas barreiras naturais protegem as comunidades de tempestades e cheias, criando ao mesmo tempo habitat de criação para peixes e crustáceos que sustentam os meios de vida locais.
As comunidades piscatórias e ribeirinhas são os nossos principais parceiros. Através de mapeamento participativo e formação, garantimos que os esforços de restauração respondem às necessidades locais e ao conhecimento tradicional, criando uma gestão duradoura destes ecossistemas críticos.